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DEPUTADO FEDERAL • RIO DE JANEIRO • 2026

Fé que gera desenvolvimento

TURISMO RELIGIOSO
10,5 milhões
de devotos em Aparecida em 2025 — mais de 300 vezes a população do município. Só a Festa da Padroeira movimentou R$ 168,8 milhões.

O Problema

O fluxo das romarias ocupa hotéis, fortalece bares e restaurantes e gera renda para artesãos, guias e pequenos negócios. O Rio tem igrejas históricas, santuários e festas centenárias em todas as regiões — falta transformar manifestações dispersas em política permanente.

A Proposta

Agenda Estadual do Turismo Religioso: calendário integrado dos 92 municípios, com programação, público estimado, acesso, hospedagem e estrutura — instrumento de planejamento, não lista de eventos.

Rotas da Fé Fluminense: circuitos regionais com sinalização padronizada, mapas físicos e digitais, guias capacitados e roteiros de mais de um dia.

Programa Federal de Fomento aos Destinos da Fé: acessibilidade, patrimônio sacro, acessos, centros de atendimento ao peregrino, segurança e capacitação. Financia infraestrutura e preservação — não a prática religiosa.

Promoção o ano inteiro: destinos fluminenses nas campanhas do Ministério do Turismo, feiras, operadoras e programas de regionalização, reduzindo a dependência do verão e do Carnaval.

Parceria permanente com a comunidade católica, respeitando a liberdade religiosa e o caráter laico do poder público.

Como Vamos Medir

Eventos no calendário, municípios participantes, rotas estruturadas, visitantes, permanência média, ocupação hoteleira, recursos captados, empregos gerados.

Citação de Destaque

O poder público não financia a fé. Ele prepara as cidades para receber com segurança e dignidade quem se desloca movido por ela.